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domingo, 11 de dezembro de 2011

Fujifilm vende cosméticos para sobreviver

Empresa passa a oferecer produtos para a pele na França, Alemanha e Reino Unido e usa a tecnologia como gancho para associar a novidade aos filmes de fotografia



Rio de Janeiro - O que as marcas de filmes de fotografia precisam fazer para continuarem no mercado? A Fujifilm aposta em vender cosméticos, segundo o site do Financial Times.

A empresa anunciou que passará a comercializar produtos para a pele, como cremes e hidratantes, com o nome Astalift, começando por Reino Unido, Alemanha e França e com planos para os Estados Unidos. A marca já é vendida no Japão há quatro anos e tem um market share de 6% a 8% no país.
A Fujifilm acredita ainda que é possível linkar filmes com cosméticos, usando o gancho da tecnologia. O colágeno, que serve para evitar a deterioração do filme, poderia fazer o mesmo na pele do consumidor. Já a astaxantina, que preserva as cores nos filmes, também traria uma aparência mais jovem ao rosto.
A linha, que tem produtos entre 45 euros e 70 euros, entra em um mercado altamente saturado. No Reino Unido, por exemplo, 60% do setor de cosméticos é dominado pelos grandes players, como a L´Oréal. A expectativa da Fujifilm para o continente é que o Astalift obtenha de 2% a 3% de market share nos próximos dois anos e meio.
Fonte: www.exame.com.br

AdeS incentiva suco de soja em academias

Ação criada pela Sportion Marketing & Esporte tem como foco o ambiente fitness


São Paulo - A Sportion Marketing & Esporte idealizou uma ação para a Ades focando o público fitness.

A marca levará seu produto para as academias com receitas de vitaminas, mostrando um jeito diferente de consumir o suco à base de soja.
O projeto, nomeado de Cantina AdeS, é exclusivo para as lanchonetes das academias e tem como objetivo incentivar o consumidor a descobrir novas maneiras de saborear a bebida.
Para acompanhar a ação foram produzidos materiais de PDV para os locais, como banners e cartazes, entre outros. Participam do projeto as academias de alto padrão em São Paulo, Curitiba e Rio de Janeiro.
Fonte: www.exame.com.br

domingo, 4 de dezembro de 2011

Novas tecnologias a serviço do marketing

Grandes marcas investem em estratégias complexas e embarcam em verdadeiras viagens virtuais pelo mundo dos tablets e smartphones. Mais do que anunciar produtos e serviços por meio de campanhas interativas, o objetivo agora é utilizar as novas plataformas de mídia para criar ações realmente relevantes para públicos específicos e, assim, ampliar o relacionamento de suas marcas com os amantes dos dispositivos móveis de última geração.

Em 1967, Philip Kotler escreveu a primeira edição do livro Administração de Marketing, no qual o “vender a qualquer custo” deu lugar à “satisfação garantida do cliente”. Mais de 40 anos depois, a obra – que está em sua 12ª edição – ainda figura como referência da área em todo o mundo ao comprovar a tese de que clientes fiéis ajudam a empresa a melhorar a qualidade de seus produtos. “Clientes fiéis deixam de ser facilmente atraídos pelas ofertas dos concorrentes, sugerem melhorias, compram muito mais a cada ano que passa e ainda fazem propaganda gratuita do produto”, afirma Kotler, que agora assiste ao início de uma nova era no mundo do marketing, com a chegada de dispositivos móveis de última geração. "Começou uma nova fase na relação do planejamento das organizações para atrair esses 'novos consumidores', que buscam cada vez mais produtos e empresas capazes de atender suas mais profundas necessidades sociais e ambientais em missão, visão e valores”. Isso é o que o guru chama de Marketing 3.0. “O marketing deixou de ser um processo de vendas e publicidade para atuar como um plano repleto de iniciativas especializadas em criar, comunicar, transmitir e entregar valor”.

Neste novo cenário, a proliferação dos famosos tablets e smartphones no mercado nacional tem causado uma verdadeira revolução no departamento de marketing das empresas. E o ingrediente responsável pelas grandes mudanças em tradicionais receitas de marketing atende pelo nome de “mobilidade”. Uma mobilidade que cresce à medida que aumentam as vendas de smartphones e tablets no Brasil.
De acordo com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), o Brasil encerrou o mês de fevereiro com mais de 207,5 milhões de assinantes do serviço de telefonia celular. Apenas nos dois primeiros meses do ano, o Serviço Móvel Pessoal (SMP) registrou 4,6 milhões de novas habilitações, o que representa um crescimento de 22% nos últimos 12 meses. Do total de usuários de telefonia móvel no País, 170,6 milhões são pré-pagos (82,23%) e 36,8 milhões são pós-pagos (17,77%).

Já dados da Nielsen indicam que o volume de celulares vendidos durante o ano passado registrou um aumento de 101% comparado com o ano de 2009. O grande destaque foi a venda de smartphones, que apresentou um crescimento de 279%. “Este segmento é foco de acirrada disputa, pois esses aparelhos possuem um preço 271% superior à média da categoria, o que traz uma receita maior para os fabricantes e contribui para 3,4% das vendas totais de telefone celular no País”, ressalta Thiago Moreira, diretor de Telecom da Nielsen Brasil.

Em 2010, os brasileiros compraram mais de 5 milhões de smartphones, segundo o Gartner Group. “O ano de 2010 foi excelente para as vendas de novos aparelhos, com crescimentos expressivos e mostrando assim a força deste segmento, que superou os volumes de vendas do ano de 2008 em 10%, ano pré-crise”, detalha Moreira.

“O mundo já conta com 5 bilhões de assinantes mobile, o que representa um abismo em relação ao número de usuários de PCs, que somam 1,2 bilhão de pessoas. Desses 5 bilhões de assinantes da telefonia móvel, 394 milhões de pessoas utilizam smartphones e tablets”, compara Marcello Póvoa, sócio e diretor da MPP Solutions, empresa de marketing digital que tem visto crescer a quantidade de trabalhos voltados para o mobile marketing.

Outro levantamento divulgado em março pela consultoria IDC aponta que 18 milhões de tablets foram vendidos em 2010, em todo o mundo. Desse total, 10,1 milhões foram comercializados apenas no último trimestre do ano passado.

Em 2010, o Brasil registrou a venda de 100 mil tablets, sendo que o iPad, da Apple, lidera o setor, com mais de 80% de market share. Para o coordenador de pesquisas da IDC, Luciano Crippa, o preço de chegada dos tablets ao País foi fundamental para o bom desempenho. “Esperávamos uma estratégia de precificação um pouco mais alta, por volta dos R$ 2 mil. O valor estipulado em torno dos R$ 1,6 mil facilitou a adesão do público ao produto”.

E as previsões indicam que, no segundo semestre, as vendas ficarão ainda mais aquecidas, com a apresentação da segunda versão do Samsung Galaxy TAB e o lançamento de tablets das marcas Motorola, HP e Dell no mercado nacional. A estimativa da IDC é de que a categoria encerre 2011 com 300 mil unidades vendidas no Brasil. Já no mundo, o número de usuários de tablets deverá atingir 400 milhões em 2014. Iniciativas no setor corporativo, com destaque para a área educacional, também devem influenciar as vendas do produto nos próximos anos. “Elas devem ganhar maior fatia do mercado a partir deste ano, já que os tablets estão sendo usados como ferramenta em escolas e faculdades”, diz o coordenador de pesquisas da IDC, ressaltando que os tablets passam a concorrer não somente em sua categoria, mas também com os segmentos de netbooks e smartphones, além do segmento de PCs.

Segundo estudo da instituição, em 2010 foram comercializados no Brasil 13,7 milhões de computadores, sendo 55% desktops e 45% notebooks. Somente no último trimestre do ano, os usuários domésticos e corporativos compraram 3,6 milhões de equipamentos. Somando a venda do ano inteiro, o mercado nacional cresceu 23,5% em relação a 2009, o que levou o Brasil a assumir a quarta posição no ranking mundial dos países que mais vendem computador no mundo, atrás de Estados Unidos, China e Japão. “Em breve, este mercado - principalmente a categoria de netbooks - será impactado pela venda de tablets”, conclui Crippa.

Jesper Rhode, presidente do Conselho da MMA Latam e diretor de parcerias e inovação da Ericsson América Latina, informa que, em 2011, os smartphones irão corresponder a 25% dos aparelhos do mercado brasileiro. “Nossa expectativa é de terminar o ano com 50 milhões de usuários de smartphone no Brasil, número que ampliará ainda mais as ações de mobile marketing, especialmente aquelas que utilizam games, aplicativos e geomarketing”.

Entre novembro de 2010 e janeiro deste ano, o número de brasileiros que acessaram a internet por meio do celular foi de 45%, de acordo com estudo da E.life. Especializada em monitoramento de redes sociais, a empresa afirma que esse índice transforma o celular na terceira plataforma de conexão à web no País. Em primeiro lugar, vêm os desktops, usados por 88,2% das pessoas. A pesquisa, que ouviu 945 pessoas, concluiu que 42,5% dos entrevistados passaram 41 horas por semana na internet, o que equivale a quase 6 horas online por dia. Destes, 47,2% acessam a rede de microblogs Twitter e 48,5%, o Facebook.
Entre os brasileiros que acessaram a web entre novembro e janeiro, 85,6% o fizeram para usar ferramentas de troca de mensagens em tempo real, como o MSN Messenger, e 85,1% para monitorar perfis em redes sociais. Além disso, 64% dos internautas afirmaram que usam redes sociais e ferramentas de mensagens ao mesmo tempo.

A procura é tanta que a proporção de usuários do Facebook no Brasil quase dobrou em relação ao último estudo da E.life: entre novembro de 2009 e janeiro do ano passado, 49,1% dos internautas brasileiros tinham conta na rede social; já nos três meses terminados em janeiro deste ano, a cifra aumentou para 91,3%. Na mesma base de comparação, o Twitter cresceu de 76,2% para 89,1%.
O bom desempenho serviu de estímulo para empresas dos mais diversos segmentos investirem no meio. Em março, o restaurante America, por exemplo, lançou a promoção “America Foursquare”.A brincadeira consiste em ir até o America, fazer um check-in no aplicativo móvel Foursquare, consumir um burger do 10º Festival de Burger e ganhar um voucher valendo um frozen yogurt para a próxima visita. Utilizando a geolocalização, o Foursquare permite ao usuário realizar check-ins para indicar aos amigos do Twitter ou ainda do Facebook a sua “localização”. Mais que dizer onde está, a pessoa pode fazer um comentário sobre o lugar, transformando o Foursquare em um guia informal, com comentários virtuais sobre a qualidade de restaurantes, teatros, praças, cafés, empresas e locais públicos.

“Em 2011, um de nossos objetivos é ampliar o projeto de redes sociais no America. A ideia dessa ação no Foursquare não é ter um número enorme de check ins e sim gerar um comentário positivo da marca nas redes sociais ao apresentar essa nova ferramenta para o público que frequenta nossos restaurantes”, avalia Mirella Scorza, gerente de marketing da rede de restaurantes America. “É uma forma criativa e de baixo custo de praticar o marketing de relacionamento”.

A sugestão veio da agência de design da marca, a Design com Z, que aposta no crescimento dessa ferramenta no Brasil. “Nosso público tem entre 25 e 45 anos. A maioria tem celular com GPS e acesso à internet, mas nunca tinha usado o Foursquare. Por isso, tivemos que treinar todos os nossos funcionários para auxiliar o cliente a participar da promoção”, afirma Mirella, que já contabiliza algo em torno de 30 check-ins por dia nos 14 restaurantes da rede, que recebe 250 mil clientes ao mês. “Agora, estamos buscando uma agência de marketing digital para realizar o planejamento estratégico do America nas redes sociais. Queremos posicionar a marca entre as mais queridas e próximas dos internautas brasileiros”, adianta a gerente de marketing, que hoje conta com uma verba de R$ 3 milhões, dos quais 20% são investidos em ações relacionadas à internet.

Muito além da publicidade!
O reflexo desse aumento na base de smartphones e tablets no País também está presente no planejamento de marketing dos maiores anunciantes brasileiros, que estão investindo cada vez mais em verdadeiras viagens virtuais pelo mundo dos dispositivos móveis de última geração. Não basta anunciar produtos e serviços por meio de anúncios interativos. O desafio agora é promover a utilização das novas plataformas de mídia para criar ações relevantes para públicos específicos e, assim, ampliar o relacionamento das marcas com os amantes desses dispositivos móveis de última geração. “Mais do que aumentar as vendas, as empresas estão usando esses canais para formar brand equity. E como a base de tablets no Brasil ainda é pequena, o foco das ações está no smartphone”, avalia Póvoa, que já coleciona cases no segmento. “Temos desenvolvido projetos que utilizam o tablet como um novo canal de negócios para determinada empresa, que passa a ter um meio de se relacionar diretamente com o consumidor”.

Fonte: http://www.revistamarketing.com.br

sábado, 3 de dezembro de 2011

Feitas para você "curtir"

Novas fanpages invadem as plataformas de marketing digital dos anunciantes brasileiros interessados em atrair uma legião de fãs virtuais para suas marcas


Preste atenção no que diz Kumiko Hidaka, gerente global de comunicações do Facebook: “A fanpage é uma ferramenta de marketing que permite às marcas se comunicar e se envolver com seus fãs ao mesmo tempo em que podem coletar feedback deles. Por ser completamente grátis, torna-se útil a todos, desde um negócio pequeno até uma grande empresa. Qualquer um hoje é capaz de tirar proveito das características do produto”. Simples e direta, a mensagem traduz as razões que fazem do Facebook o ponto alto nos meios sociais da atualidade. No mundo empresarial, essas páginas criadas para as pessoas “curtirem” as marcas ocupam lugar de destaque no planejamento de marketing dos anunciantes interessados em conquistar a lealdade dos internautas.

No final de julho, por exemplo, a Danette, marca de sobremesas lácteas da Danone, deu início à promoção Missão Irresistível Danette, exclusiva aos usuários do Facebook. Maior investimento em mídias sociais da Danone em 2011, a iniciativa marcará durante um mês a volta do produto à mídia após oito anos desde a sua última campanha. Explica Cecília Bottai, gerente de marketing da marca: “Depois de analisar o comportamento dos consumidores, Danette concentrou sua presença digital no Facebook.Atualmente, todo o conteúdo da marca encontra-se em uma fanpage na rede social, na qual os usuários podem interagir, checar receitas saborosas e compartilhar suas experiências de consumo do produto.” Para participar da promoção, o internauta deve se tornar um fã da marca no Facebook e aceitar o aplicativo.

Um ranking divulgado recentemente pela agência F.biz aponta quem são as empresas brasileiras com maior número de fãs nas redes sociais. Nas 10 primeiras colocações estão Facebook, Luciano Huck, Corinthians, Flamengo, Peixe Urbano, L´Óreal Paris Brasil, Folha de S.Paulo, Esporte Interativo, Guaraná Antarctica e Nike Futebol.

Segundo o levantamento, o Brasil conta com mais de 500 empresas interagindo com os consumidores por meio dessa ferramenta. “As marcas têm investido cada vez mais nessa plataforma. A expectativa é que esse número passe de centenas a milhares no próximo ano”, assegura Roberto Grosman, sócio e responsável por canais e engajamento da F.biz. A pesquisa mostra ainda que as empresas do segmento de bens de consumo são as que recebem maior reconhecimento dos brasileiros.

Analisando tanto o cenário internacional quanto o local, Grosman listou três tipos diferentes de páginas virtuais. No primeiro, a marca forte faz com que as pessoas queiram associar sua imagem a ela. Coca-Cola e Apple se enquadram nessa categoria. O segundo tipo, por sua vez, são páginas que oferecem alguma vantagem para o usuário, como concursos culturais, amostras e promoções. Por último, a terceira categoria engloba plataformas focadas em conteúdo, gerando discussão e debate sobre determinados temas. No Brasil, as que mais fazem sucesso são aquelas que usam estratégias para conceder benefícios, como Peixe Urbano e Privalia. O comportamento difere do que ocorre no exterior, onde páginas de conteúdo são mais frequentes, justamente pelo fato de o Facebook já estar consolidado. Isso coloca em evidência algumas marcas, como a Coca-Cola. De acordo com o site Socialbakers, a marca tem a fanpage mais popular do mundo, com mais de 32 milhões de fãs. Disney e Starbucks completam o pódio virtual. Por aqui, Grosman cita Nike e Guaraná Antartica como duas marcas que investem cifras consideráveis na geração de promoção e conteúdo para a internet.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Mahogany apresenta reposicionamento baseado no conceito Cozy Romantic

Estratégia inclui mudanças na logomarca, tagline, layout das lojas e nas embalagens e traz Christine Fernandes como estrela em comunicados na TV e revistas

São Paulo - A Mahogany apresenta o novo posicionamento de marca em sua comunicação, no layout e decoração das lojas, na linha de produtos e nas embalagens. Por meio de pesquisas com os consumidores, a empresa percebeu que emoção e sentir-se bem consigo mesmo são coisas desejadas por todas as pessoas e apoiou sua estratégia de transformação nestes temas.

A marca assumiu o conceito Cozy Romantic em sua repaginação, que transmite um estilo romântico, aconchegante e acolhedor presente em todas as etapas da concepção dos produtos. Com a revitalização de Marketing, a empresa estabeleceu a mulher como público-alvo estratégico e a comunicação trabalhará tantos os benefícios funcionais quanto os emocionais.

Para representar a cliente da marca, a Mahogany convidou a atriz Christine Fernandes como estrela na comunicação em revista e TV, ressaltando as características de sofisticação, sensualidade e beleza natural e espontânea.

As novas marcas e identidade visual foram desenvolvidas com cores claras e tons pastéis, acompanhados de luz, motivos florais e outros elementos que remetem a atributos mais delicados. A tagline “O cuidado que seu corpo merece” visa transmitir a qualidades do produto e a busca pela beleza. A empresa reestruturou ainda o projeto de arquitetura de suas lojas, deixando o ambiente mais sensorial e aconchegante.

O portal da loja também passará por transformações e pretende criar uma identificação com os valores da marca e aumentar a interação com os consumidores. Já as redes sociais receberão o modelo visual do site e serão mais um canal de comunicação para se aproximar do cliente por meio de atualizações sobre moda, lançamentos e tendências.

Nos últimos seis meses, a Mahogany cresceu 100%, em relação a 2010, e possui um portfólio de produtos de cuidados especiais, como perfumes masculinos e femininos, tratamento para cabelos, dermocosméticos, loções corporais, linha infantil e maquiagem. Os itens da marca podem ser encontrados na loja virtual e em mais de 150 unidades espalhadas pelo Brasil.

Fonte: http://exame.abril.com.br/

domingo, 9 de outubro de 2011

Coca-Cola troca logo por nome de pessoas

Os 150 nomes mais populares foram colocados nos rótulos das embalagens


A Coca-Cola abriu mão da logomarca em ação feita na Austrália. Foram estampados os 150 nomes mais populares do país nas garrafas para compor a campanha "Compartilhar uma Coca-Cola". Cada nome ganhou até uma canção própria, que pode ser ouvida na Fan Page australiana.

"Os nomes foram escolhidos para representar um corte transversal da população australiana. Foram utilizados dados disponíveis publicamente para rever os nomes mais populares na Austrália para garantir a diversidade de nossa nação multi-cultural foi representá-la de forma adequada ", disse um porta-voz da Coca.

Para nomes mais incomuns, os clientes podem criar latas personalizadas nos Centros de Westfield Shopping

Assista a um dos vídeos da ação:

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Starbucks abre loja em universidade de São Paulo

Rede deve expandir unidades no Brasil até o fim do ano.

São Paulo – A rede Starbucks inaugurou nesta semana sua primeira loja em uma universidade. A cafeteria está instalada no Campus Anhembi Morumbi Centro, localizada na Mooca, em São Paulo e conta com 115 m² e 63 lugares.

Para a empresa, um dos pontos positivos de ter uma loja dentro de uma instituição de ensino é a aproximação com o público jovem. “Os jovens são fiéis e fãs da marca”, diz Ricardo Carvalheira, diretor Starbucks Brasil.

O local é significativa para a Starbucks, já que faz parte do projeto de expansão da marca no Brasil.
A rede deve investir no crescimento de lojas até o fim de 2011: “Estamos expandindo com novas unidades e novos modelos, certamente continuaremos crescendo até o fim do ano”, antecipa Carvalheira.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Boticário investe R$ 355 milhões em fábrica e centro de distribuição na Bahia

Quatro cidades disputam os recursos do grupo

São Paulo – O Grupo Boticário anunciou, nesta quinta-feira, investimentos de 355 milhões de reais na Bahia. Do total, 240 milhões irão para a construção de uma nova fábrica na Bahia. O restante será aplicado em um novo centro de distribuição. Hoje, o único centro da empresa fica em Registro (SP).

Quatro cidades são candidatas a receber o dinheiro: Camaçari, Feira de Santana, Simões Filho e Candeias. O governador da Bahia, Jaques Wagner, assinou um protocolo de intenções com a empresa.
À exceção dos produtos de maquiagem, que continuarão apenas sendo fabricados em São José dos Pinhais (PR), todos os produtos do grupo serão fabricados na nova unidade, que começará a ser construída no primeiro semestre de 2012. O prazo da obra é de 18 meses. A unidade terá capacidade de produzir 330 milhões de unidades por ano, contra as 250 milhões unidades anuais produzidas na planta paranaense.

“Queremos estar mais próximos da região para atender consumidores, parceiros e franqueados”, disse Arthur Grynbaum, presidente do grupo, em conferência com a imprensa.

Mercado emergente - A Bahia responde por 30% das vendas totais da empresa na região nordeste – onde o grupo apresenta um crescimento acima da média do resto do país. “Com a nova fábrica vamos atender às regiões norte e nordeste e depois podemos abranger também a região centro-oeste”, diz Grynbaum. “Hoje o tempo médio de espera para chegar um produto no nordeste é de 12 dias. Com a nova unidade esperamos que esse prazo caia pela metade.”

Segundo o empresário, o modo de financiar essa expansão será acertado até o começo de 2012. “Estamos avaliando a estrutura para financiar as obras, mas parte virá de recursos próprios e outra parte de bancos dispostos a investir, como o BNDES.”

Trata-se do terceiro investimento do grupo nos últimos meses. Em fevereiro, a empresa lançou a marca Eudora, que hoje conta com 300 itens, e no mês passado anunciou a compra de parte minoritária – valor não divulgado por questões contratuais – do grupo Scalina, dono das marcas Scala e Trifil. “Vamos investir cada vez mais em moda”, diz Grymbaum.